(Português) Aproxima-se a passos largos a 25.ª edição!

A 25.ª edição da EDP Meia Maratona de Lisboa está quase a chegar! É já no próximo dia 22 de março. E já há mais de 30 mil inscritos, número muito próximo do máximo de 34 mil que, por motivos logísticos, a organização não permitirá ultrapassar. Portanto, se ainda não se inscreveu e está a pensar fazê-lo, saiba que já não lhe resta muito tempo.

Bater uma vez mais o recorde mundial da distância – que ainda é pertença desta prova, quando, em 2010, o eritreu Zerzenay Tadese cumpriu o percurso em 58,23 minutos – é um desejo manifestado por Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal: “Vamos tentar que seja batido o recorde. Quando fizemos 20 anos, foi. Agora, que fazemos 25, pode ser outra vez.”

O grande favorito a conseguir a proeza e levar para casa o correspondente cheque de 100.000 euros é o britânico Mo Farah, campeão olímpico, mundial e europeu dos 5.000 e 10.000 metros, que estará pela primeira vez em Lisboa. O etíope Guyle Adola, os quenianos Stephen Kosgei Kibet e Silas Kipruto e o marroquino Aziz Lahbabi, todos com marcas abaixo da hora, são outros candidatos que já confirmaram a sua participação.

No sector feminino, a prova terá a presença de Dulce Félix, recordista portuguesa da distância (68,32 minutos), e da queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica de maratona e do mundo e vencedora das maratonas de Nova Iorque, Londres, Paris e Turim.

Este ano, além da meia maratona que atravessará a Ponte 25 de Abril, do Passeio Avós e Netos, da prova minicampeões e da corrida em cadeira de rodas, há uma novidade: uma prova de 7 quilómetros, com partida do Estádio Nacional e chegada ao Mosteiro dos Jerónimos. Carlos Móia descreveu-a assim: “Para uns, esta prova servirá de treino para a meia maratona; para outros, servirá para correr e divertir.”

Aliás, o que se tem corrido e divertido nestes 25 anos foi algo que, confidenciou o pai da ideia, “superou as expectativas de todos os que ousaram sonhar em 1991″. “Esta prova vem há 25 anos convidando as pessoas a irem para a rua, a andarem, a correrem”, e é isso que vai acontecer uma vez mais em 22 de março. A única diferença é assim assinalada pelo presidente do clube organizador da prova: “Em 1991, no primeiro ano, tivemos 3973 atletas a cortarem a meta. Neste ano, vamos ter 34 000.”