Locais a visitar

Belém

A zona de Belém é um ponto obrigatório. Aqui se encontra o majestoso Mosteiro dos Jerónimos, datado do séc. XVI, expoente máximo do estilo manuelino, testemunha do fulgor económico do Portugal dos Descobrimentos. Considerado uma das 7 maravilhas do país, fica a poucos metros de outro monumento que goza do mesmo estatuto, a Torre de Belém. Na mesma zona, o Padrão dos Descobrimentos também merece destaque, com vista para a outra banda, para a Ponte 25 de Abril e para o Cristo-Rei. Imperdoável não dar um saltinho aos Pastéis de Belém, para provar mais uma das 7 maravilhas gastronómicas nacionais. Muita oferta cultural nas imediações, com o Centro Cultural de Belém, o Museu dos Coches, o Planetário, o Museu da Marinha, o Museu da Electricidade… haja tempo! Nota ainda para o Palácio de Belém, residência oficial do presidente da república, e, não muito longe, o Palácio da Ajuda, antiga morada real, e o Jardim Botânico.

Castelo de São Jorge
No topo da colina mais alta, esta fortaleza conquistada aos Mouros em 1147 oferece uma vista panorâmica privilegiada sobre a cidade e o estuário do Tejo. O seu miradouro é muito útil para, por exemplo, ajudar a descobrir outros locais para visitar com mais detalhe.

 

Baixa pombalina
Assim chamada por ter sido a reacção da cidade ao terramoto de 1755, sob o comando do Marquês de Pombal. Um percurso interessante pode começar na Praça do Comércio – considerada uma das mais belas praças da Europa, debruada pelo Tejo –, seguir pela Rua Augusta, sobre calçada portuguesa, até ao Rossio – “presidido” pelo senhorial palácio do Teatro Nacional D. Maria II –, tomar o Elevador de Santa Justa – pitoresco exemplo da arquitectura do ferro do início do séc. XX –, passar pelas ruínas do Convento do Carmo – testemunho vivo do poder devastador do terramoto de 1755 –, subir o Chiado, que é «chique a valer», até ao Bairro Alto e aí travar conhecimento com a canção nacional, o fado, património da humanidade.

Parque das Nações
A face mais moderna da cidade, inteiramente renovada aquando da Expo 98. Jardins à beira-rio, zonas pedonais agradáveis, muita oferta comercial e cultural, com estruturas como o Pavilhão Atlântico, o Teatro Camões, o Pavilhão do Conhecimento, o Casino de Lisboa, a Torre Vasco da Gama, o Oceanário e um teleférico que cruza o parque de uma ponta à outra.

 

Parque Eduardo VII/Avenida da Liberdade
O maior espaço verde do centro da cidade – que inclui a Estufa Fria, com grande variedade de plantas exóticas, o Jardim Amália Rodrigues e o Pavilhão Carlos Lopes – estende-se até à Praça Marquês de Pombal, habitual “salão de festas” dos festejos futebolísticos, a encimar a mais glamorosa artéria da capital, a Avenida da Liberdade, que desce em direcção ao Rossio.